terça-feira, 3 de julho de 2012

Projeto Rio Cidade Sustentável promove Agricultura Orgânica Urbana e Ecoturismo em favela carioca


Com direito a visita ilustre do prefeito de Nova Iorque, João Coser, o morro Chapéu Mangueira recebeu o projeto Rio Cidade Sustentável, que efetua intervenções na infraestrutura urbana e transformações sociais na comunidade local, com enfoque na sustentabilidade. O projeto é fruto de cooperação entre governo municipal, empresas privadas, a própria comunidade e instituições da sociedade civil. Entre os projetos em curso no Chapéu Mangueira, estão a gestão dos resíduos sólidos, o turismo comunitário, o desenvolvimento do empreendedorismo local e a agricultura urbana orgânica.  



A cidade das águas




Um imenso complexo educacional que abrange diversas instituições estaduais e federais em uma tarefa conjunta que visa promover a educação para as águas no Brasil e no Mundo. Essa é a Cidade das Águas, instalada em Frutal (MG), numa iniciativa do Governo de Minas conjuntamente com a UNESCO, no objetivo de criar um centro de capacitação e pesquisa de recursos hídricos, e adotar como eixo central a gestão, preservação e recuperação das águas (superficiais e subterrâneas), além da formação de líderes na gestão da água. A UEMG e outras 11 universidades já contribuem com o projeto, além de órgãos ligados ao meio ambiente, ao desenvolvimento sustentável e à ciência e tecnologia. O investimento na construção e implantação é de cerca de R$ 180 milhões, e sua conclusão está prevista para 2014. Pretende-se formar uma estrutura capaz de reunir outras instituições estaduais, federais e privadas, de todo o mundo, em um mesmo ambiente de convivência e interatividade, para estudar gestão, preservação e recuperação das águas.

Ações público-privadas em projetos sustentáveis

Ações Público-Privadas: Responsabilidade e Cidadania na busca de cidades melhores
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Apresentação de palestra da arquiteta Adriana Blay Levisky sobre projetos sustentáveis em arquitetura e design, na qual a mesma expõe alguns projetos onde é coautora e retrata uma tendência cada vez maior nesse século: Associar urbanismo, paisagismo e sustentabilidade, utilizando o caminho das parcerias público-privadas como forma de viabilizar os projetos, dando ênfase também aos aspectos da responsabilidade social e cidadania no trabalho e no desenvolvimento de cenários mais belos e do nosso país.

 

Reflexão crítica sobre a Rio + 20

Rio+20 sob o olhar dos movimentos sociais de comunidade científica
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Apresentação do biólogo Felipe Pinheiro, que faz uma análise interessante da Rio + 20 sob vários ângulos, especialmente o dos movimentos sociais, e traça uma projeção de soluções que poderiam ser adotadas e que contribuiriam com um mundo mais sustentável, traçando um panorama das consequências dos resultados da reunião global.

Parcerias que valem a pena: Instalação de cisterna no complexo do alemão





Foi inaugurado na comunidade Sérgio Silva (no local conhecido como Serra da Misericórdia), Complexo do Alemão, a primeira cisterna de placa do Rio do  Janeiro, trabalho conjunto de voluntários da comunidade, pessoal da ONG Verdejar, e apoio da fundação Banco do Brasil. Para Zolmir Figueiredo, um dos coordenadores da ONG Verdejar, embora caia grande quantidade de chuva sobre a cidade todos os anos, com a água da cisterna construída na comunidade Sérgio Silva, a Verdejar faz planos de reforçar uma área de 300 m² destinada à produção de legumes e verduras agroecológicas e cultivo de mudas de espécies nativas da Mata Atlântica, que são usadas no reflorestamento de áreas degradadas no morro, especialmente por queimadas. E outra cisterna vai contribuir com as ações desenvolvidas pelo Centro de Educação Ambiental da Verdejar, que trabalha na formação de jovens, permacultura urbana e agroecologia. A cisterna funcionará também como uma reserva de água para consumo humano, caso as famílias da comunidade tenham necessidade. “Já ficamos até 60 dias sem água aqui na comunidade Sérgio e Silva”, revela Figueiredo. Para ele, a implantação da cisterna contribuirá não somente para preservação e como insumo básico para o cultivo das hortaliças, mas também para mobilização social. “Esta horta serve como ferramenta para conscientizar moradores a respeito da alimentação saudável, do consumo consciente e da produção orgânica.” Figueiredo espera que a cisterna incentive os moradores da comunidade a ter hortas em suas residências. “Eles podem se interessar e perceber que também devem cultivar no quintal das suas casas. A ideia é que a comunidade possa se apropriar cada vez mais do desenvolvimento sustentável. Agora, com a cisterna, vai melhorar muito nossa produtividade.”